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Doenças cardiovasculares ainda são as que mais matam no país

cursotempovidaApesar de toda a concentração de investimentos e esforços na tentativa de orientar sobre a questão das doenças do coração e também acerca da importância de levar uma vida saudável, 30% das mortes do país ainda são decorrentes de doenças cardiovasculares. Esse foi o principal tema debatido no auditório do Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero), durante o curso Tempo é Vida, ministrado pelo especialista no assunto, Dr. Ivan Paiva, coordenador do SAMU de Salvador e consultor do Ministério da Saúde.

Durante a sua apresentação, o médico especialista apresentou diversos dados sobre a doença, assim como as dificuldades que os profissionais encontram durante o atendimento médico. Na contrapartida, Paiva expôs a todos os médicos, estudantes e demais profissionais da saúde um novo método de atendimento implementado na Bahia em 2009 que já reduziu consideravelmente, a taxa de mortalidade naquela região. “Usamos de uma ferramenta da tecnologia para implementar uma organização de fluxo de atendimento, onde diversos profissionais estão conectados a uma rede, onde além de tirar suas dúvidas, passam informações sobre os casos. Com esse novo método conseguimos reduzir de cinquenta para 10% a taxa de mortalidade durante um infarto” ressaltou Dr. Ivan.

Ele assegurou ainda que instituir uma terapia de modo correto, assim como a administração de novas medicações e procedimentos como a trombólise e a angioplastia têm garantido bons resultados. Para ele, iniciar um processo de qualificação dos profissionais é uma boa alternativa para aumentar ainda mais esse número. “Tempo é vida. Cada minuto que se perde pode significar a perca da vida do paciente ou a piora no quadro clínico” disse.

Dr. Ivan Paiva exibiu casos de pessoas que perderam a vida por conta de um infarto agudo do miocárdio nos últimos meses. Ele apresentou um vídeo onde mostrava claramente, um baterista de uma banda de rock ao ter uma morte súbita durante um show ao vivo e também o caso de uma jornalista de Porto Velho que faleceu dentro de um banheiro de uma escola da capital, depois de sentir fortes dores no peito. “A melhor coisa é prevenir. Levar uma vida saudável é fundamental. O tabagismo, o uso de drogas ilícitas, a hipertensão, diabetes e o sedentarismo são fatores de risco” explicou o médico ao dizer ainda que nem todas as pessoas apresentam algum tipo de indício de que poderá vir sofrer um infarto.

O especialista alegou que antigamente, dados do Ministério da Saúde apontavam que os homens eram mais acometidos que as mulheres. Atualmente, sabe-se que, dentro de determinadas faixas etárias, não existe mais esta diferença entre os sexos.  “O importante é que o SAMU esteja muito bem preparado, com todos os equipamentos e medicamentos necessários para que a equipe possa dar assistência dentro da casa do próprio paciente. Em caso de infarto, o melhor é acionar a ambulância pelo 192, informar os sintomas e esperar que o SAMU encaminhe o paciente ao hospital adequado, onde ele receberá o atendimento e o recurso necessário” finalizou.

ivanpaiva

 

 

 
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